Sobre o curso

Ingresso

Disciplinas

e mais

atividades do curso
Pesquisa Estágio Intercâmbio
Trabalho de Conclusão

 

Características gerais


Na graduação em Relações Internacionais da UFSC os alunos desenvolvem competências necessárias para analisar, negociar, interpretar diferentes dimensões das relações internacionais contemporâneas. Tais competências e habilidades, previstas no Projeto Pedagógico do Curso, estão em linha com as diretrizes nacionais da educação superior definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais , na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Plano Nacional de Educação.

O curso da UFSC enfatiza sobretudo os aspectos econômicos das relações internacionais, o que se justifica pela importância do estado de Santa Catarina no profundo e contínuo processo de integração do Brasil no mercado mundial. Particularmente por localizar-se no coração do Mercosul, um dos principais destinos das exportações brasileiras, hoje há em Santa Catarina um complexo de empresas exportadoras e de logística que demandam profissionais da área. Muitas disciplinas do curso voltam-se a tal formação, como Comércio Exterior, Economia Internacional, Economia Brasileira Contemporânea. Mais do que isso, pela necessidade de formação multidisciplinar do profissional de Relações Internacionais, o curso oferece também disciplinas de política, direito, história, sociologia e estatística, além de outras atividades complementares à formação.

Ao fim da graduação espera-se que o egresso domine os princípios básicos das teorias de relações internacionais, com ênfase na análise dos fenômenos econômicos, e esteja apto a produzir análises consistentes sobre comércio exterior, participar de negociações internacionais, e formular projetos tanto no âmbito governamental como das organizações não-governamentais.

Projeto
Diretrizes

Curriculares

Nacionais
Lei de

Diretrizes

e bases

Atividades de formação


1. Disciplinas

Para obter o título de Bacharel em Relações Internacionais o aluno deve (i) cursar disciplinas obrigatórias, num total de 1.920 horas-aula; (ii) cursar ao menos 480 horas-aula de disciplinas optativas, conforme formação que julgar mais adequada; (iii) participar de atividades complementares à formação, como seminários, palestras, estágio, intercâmbio, ações com a comunidade, em um total de 600 horas; (iv) e, por fim, produzir um trabalho de conclusão de curso, apresentado perante uma banca de professores. Tais requisitos devem ser cumpridos em no mínimo 7 e no máximo 14 semestres para que o aluno obtenha a titulação.

Estudante, use as optativas para construir a formação que deseja. Das 480 horas-aula cursadas em disciplinas optativas, metade (240h) deve ser escolhida entre matérias do próprio Departamento de Economia e Relações Internacionais; um quarto (120h) nos departamentos de História, Filosofia, Antropologia, Sociologia Política, Geociências ou Direito; enquanto o restante (120h) podem ser quaisquer matérias oferecidas pela universidade. Também não deixe de conhecer a estrutura do curso, lendo o Projeto Pedagógico, e também as normas que regulam os cursos de Graduação da UFSC, sobretudo a Resolução 017. Precisando de ajuda com as disciplinas, não hesite em recorrer à Coordenadoria e ao Centro Acadêmico (CARI), e se considerar que um apoio para as aulas é necessário, saiba que a UFSC oferece uma série de cursos complementares, como o de leitura e produção do Programa de Apoio Pedagógico, ou cursos de idiomas do programa Idioma Sem Fronteiras do governo federal, entre outros.

Matriz
Programas
Horários
Projeto

2. Atividades complementares: pesquisa, extensão, estágio, intercâmbio, eventos, mobilidade

Além das 2.400horas de disciplinas, o egresso em Relações Internacionais pela UFSC deve dedicar 600 horas de sua formação às chamadas atividades complementares.

As opções são variadas: alguns realizam intercâmbio para as mais de 400 universidades do mundo com as quais a UFSC mantém convênio; outros realizam estágio na região de Florianópolis; enquanto outros engajam-se nas atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas nos Departamentos de Ensino que colaboram com o curso. A participação em eventos e cursos, dentro das áreas de conhecimento definidas no regulamento, também pode ser validada como atividade complementar. Por fim, há também a possibilidade do aluno de Relações Internacionais da UFSC cursar parte de sua graduação em outras universidades do Brasil, pelo programa de mobilidade acadêmica.

A importância das atividades de extensão dos servidores docentes, administrativos e alunos do curso é reconhecida pela comunidade. O Núcleo de Apoio a Imigrantes e Refugiados, coordenado pela professora Karine Silva, foi homenageado pela Organização das Nações Unidas com a Cátedra Sérgio Vieira de Mello do ACNUR. Em 2017 foi a vez da Câmara Municipal de Florianópolis reconhecer o trabalho, concedendo à professora Karine a Medalha Zumbi dos Palmares. O projeto SiEM, coordenado pela professora Patrícia Arienti, reuniu na edição de 2017 mais de 800 alunos dos colégios de Florianópolis discutindo a política internacional. Esses são alguns, entre outros. Conheça-os!

Estudante, um lembrete: sempre que participar dessas atividades, guarde os comprovantes e, quando se aproximar do final do curso, siga as instruções do Regulamento de Atividades Complementares para validá-las. O regulamento define um máximo de horas para cada tipo de atividade. Para saber mais sobre intercâmbio, fale com a Sinter. Sobre Estágios, fale com a Coordenadoria de Estágios e leia o Regulamento de Estágios. Para conhecer os demais projetos, dê uma olhada na página sobre pesquisa e extensão, fale com os colegas, escreva para os professores.

Pesquisa
Intercâmbio

Estágios

Regulamento

atividades

complementares
Projeto

3. Trabalho de conclusão de curso

Ao final do curso, todo aluno deve redigir uma monografia e apresentá-la a uma banca de avaliadores.

O procedimento é o seguinte. Primeiro, enquanto cursa a disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa em Ciências Sociais e Relações Internacionais (6a. Fase) e com o acompanhamento de um professor orientador, o aluno formula um projeto de pesquisa. Qualquer professor que lecione nos departamentos que participam do curso de RI podem orientar: Economia e Relações Internacionais, História, Sociologia Política, Direito, Informática e estatística, Ciência da Informação. Concluído o trabalho, procede-se à arguição perante uma banca de professores, dentro dos procedimentos e cronogramas definidos no Departamento de Economia e Relações Internacionais.

Estudante, alguns procedimentos são muito importantes para o bom andamento do TCC. Primeiro e antes de tudo, antecipe-se: procure a orientação do professor já na redação do projeto, pois facilita muito a execução do trabalho. Você só poderá matricular-se na disciplina “Monografia”, geralmente na 7a. Fase, se tiver um projeto de pesquisa aprovado por um orientador. E obviamente os professores dispõem-se a assinar somente os projetos que acompanharam desde o início. Então no início da 6a. Fase, quando começar a pensar no projeto, procure um orientador. Além disso, tente desenvolver pesquisas que se alinhem àquelas conduzidas pelo professor, assim a orientação será mais proveitosa para ambos. Para isso dê uma olhada na  lista dos projetos de pesquisa dos professores (no Sistema Sigpex ou  na Plataforma Lattes). Por fim, não deixe de consultar os procedimentos completos desse processo no Regulamento de Estágios e Monografias e de acompanhar o cronograma de trabalho do Departamento. Os prazos são muito importantes. Bom trabalho!

Cronograma

 

Avaliação do curso


O ensino superior da UFSC está em constante processo de avaliação, em linha com o estabelecido pela Lei 10.861, de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES).

A lei atribuiu ao amplo sistema de avaliações um papel muito importante. Entre seus objetivos, enunciados no Artigo 3, estão identificar o perfil e o significado da atuação da instituição para avaliar, obrigatoriamente, se entre outras coisas ela condiz com sua missão e com as políticas de ensino, pesquisa e extensão; se desempenha algum papel na inclusão social, no desenvolvimento econômico e social, na defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. A legislação determinou que todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos tivessem um caráter público.

Para atingir os objetivos definidos pela legislação, em 2004 foi criado um amplo sistema de instrumentos de avaliação. Alguns conduzidos pela própria instituição, outros por agentes externos, eles buscam avaliar a própria instituição (como sua infraestrutura), os cursos por ela oferecidos (como sua organização pedagógica e corpo docente), e também o desempenho dos estudantes.

Internamente, na própria UFSC, as chamadas auto-avaliações institucionais são conduzidas pela Comissão Própria de Avaliação da UFSC, com o propósito de  avaliar cinco  eixos definidos pela lei: “Planejamento e Avaliação institucional”, “Desenvolvimento Institucional”, “Políticas Acadêmicas”, “Políticas de Gestão” e “Infraestrutura Física”. Já a avaliação de curso envolve os docentes e as disciplinas  por eles ministradas em um semestre. Tanto a auto-avaliação institucional quando à de curso ocorrem semestralmente. As avaliações externas, por sua vez, são conduzidas pelo Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES). O ENADE é sempre o mais lembrado e conhecido dentre as avaliações externas, mas ele avalia estritamente o desempenho dos estudantes.Para que desempenhem um papel construtivo, o resultado das avaliações da instituição, do curso e dos estudantes são discutidas pelas instâncias deliberativas do curso, como o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e o Colegiado do Curso.

O desempenho dos estudantes de Relações Internacionais da UFSC têm sido muito bem avaliado desde sua criação. Em 2012, atingiu o conceito 5 no ENADE, assumindo a 4a melhor posição num total de 78 cursos em todo o Brasil; e em 2015, com a expansão do número de cursos de RI avaliados de 78 para 101, a UFSC alcançou o conceito 4, o que colocou-a na 11a. posição nacional.

Estudante, ajude-nos a melhorar nosso curso, engajando-se no processo de avaliação. Semestralmente o sistema da UFSC irá pedir-lhe para avaliar disciplinas, instalações e outros elementos. Não deixe de fazê-lo. Se tiver críticas e sugestões, encaminhe-às ao CARI e à Coordenadoria de Cursos, que tem a incumbência de encaminhá-las às instâncias competentes.

Avaliações

Externas

Resultados
Avaliações

Internas

Resultados
Pesquisa

 

Organograma, legislação, plano de ações e atas


A principal instância deliberativa com relação a assuntos pedagógicos do curso de Relações Internacionais é o Colegiado, com representação docente, discente e de técnicos administrativos em educação, tendo suas funções definidas pelo Artigo 1o. da Resolução 017 CUn/97. Alterações curriculares e relatórios de avaliação do curso são, por sua vez, propostos ao Colegiado pelo Núcleo Docente Estruturante, que se reúne semestralmente.

Desde 2018 o Colegiado de Curso em Relações Internacionais iniciou um esforço de planejamento de suas atividades, para alinhá-las às políticas nacionais para o ensino superior, através da adoção de um plano de ações. A cada reunião ordinária, o Coordenador relata ao Colegiado o andamento das ações, para que sejam constantemente avaliadas e, se necessário, revistas.

Colegiado
Núcleo

Docente

Estruturante
Plano de

Ações

(Coordenadoria)
Legislação

Básica

do curso

 

Estrutura da UFSC e assistência estudantil


A Universidade Federal de Santa Catarina conta com infraestrutura adequada para a recepção dos alunos.

Além do restaurante universitário e biblioteca ampla, o Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (PIAPE) organiza cursos e oficinas diversos aos alunos de graduação, como leitura e produção de texto, redação de trabalho acadêmico e acompanhamento pedagógico para que a transição do Ensino Médio para a Universidade seja feita da melhor forma.

Para acompanhar a saúde da comunidade universitária, Hospital Universitário (HU) disponibiliza o Serviço de Atendimento à Comunidade Universitária, enquanto o Centro de Deportos mantém diversos projetos de atividades físicas. Acolhimento e acompanhamento psicológico, por sua vez, é oferecido através do Serviço de Atenção Psicológica (SAPSI).

Por fim, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) coordena diferentes serviços para auxiliar a permanência dos alunos na universidade: auxílio-creche, auxílio-moradia, bolsa-estudantil, apoio para participação em eventos, entre outros.

Moradia
Restaurante
Apoio
Atendimento
PRAE

 


Como ingressar

Podem cursar disciplinas do curso de Relações Internacionais tanto alunos regulares – aqueles que, se cumprirem todos os requisitos, receberão o título de bacharel em Relações Internacionais pela UFSC – quanto alunos especiais, que podem cursar o curso em certas circunstâncias mas não receberão a titulação, como intercambistas ou alunos matriculados em outros cursos da UFSC.

Para alunos regulares, as modalidades de ingresso são:

(1) Vestibular ou Sistema de Seleção Unificada (Sisu/Enem): 80 vagas anuais para ingresso na primeira fase do curso são preenchidas por meio de vestibular ou pelo aproveitamento da nota do ENEM/SISU, conforme critérios estabelecidos na Política de Ações Afirmativas desta universidade. Para informações mais detalhadas, consulte o site da Comissão Permanente do Vestibular da UFSC e do Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação.

(2) Transferências e retornos: Quando há vagas ociosas, alunos já matriculados em outros cursos da UFSC ou em outras instituições de ensino superior podem candidatar-se à transferência, tornando-se assim alunos regulares do curso, aptos a obter o título de Bacharel em Relações Internacionais pela UFSC depois de cumprir os requisitos normais da graduação. A disponibilidade de tais vagas, regulada pelos artigos 86 e 87 da Resolução 017 CUn, é divulgada em edital próprio pelo Departamento de Administração Escolar. Dada a baixa evasão, desde a criação do curso de Relações Internacionais da UFSC em 2009 nunca houve vagas ociosas a serem preenchidas por tal procedimento. Àqueles que tenham interesse nessa modalidade de ingresso, sugerimos que acompanhe sempre os Editais de Vagas publicados pelo Departamento de Administração Escolar.

(3) Convênios internacionais: Por fim, estrangeiros [residentes?] podem tornar-se alunos regulares do curso por meio de formas específicas de ingresso, definidas em convênios internacionais. O Programa de Estudantes-Convênio de Graduação é um deles.

Há também formas de cursar disciplinas do curso como aluno especial:

(1) Disciplina isolada: terminado o processo de matrícula dos alunos regulares, as vagas restantes em disciplinas poderão ser ocupadas por alunos regularmente matriculados nos Cursos de Graduação da UFSC ou candidatos externos, que as frequentarão na condição de aluno especial de disciplina isolada ou de aluno-ouvinte, para complementação ou atualização de conhecimentos, .

(2) Intercâmbio: alunos estrangeiros também podem cursar disciplinas através de um processo de intercâmbio regulado pela Secretaria de Relações Internacionais da UFSC.

(3) Mobilidade acadêmica: Por fim, alunos de outras instituições federais de ensino superior podem cursar até 2 períodos na UFSC, conforme definido no Programa Andifes de Mobilidade Estudantil.